Souad tinha 17 anos e estava apaixonada. Na sua aldeia da Cisjordânia, como em tantas outra, o amor antes do casamento era sinónimo de morte. Tendo ficado grávida, um cunhado é encarregado de executar a sentença: ragá la com gasolina e chegar lhe fogo. Terrivelmente queimada, Souad sobrevive por milagre. No hospital, para onde a levam e onde se recusam a tratá la, a própria mãe tenta assassiná la.
Hoje, muitos anos depois, Souad decide falar em nome das mulheres que, por motivos indênticos aos seus, ainda arriscam a vida. Para o fazer, para contar ao mundo a barbaridade desta prática, ela corre diariamente sérios perigos, uma vez que o "atentado" á honra da sua familia é um "crime que ainda nao prescreveu"!
Uma história terrivelmente hipnotizante! Ainda estou a meio, mas os meus olhos percorrem as letras de forma intensa e rapida com sede de saber, mais e mais! Conheço bem esta realidade, felizmente nao de perto, embora tudo relacionado com este tema me cative a atençao!
Um livro aconselhavel.
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